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segunda-feira, 3 de setembro de 2012



Hortência







Falar-lhe-ei teu nome ao beijar teus lábios, 

linda flor do frio...


Com gosto de vinho cabernet... 

minhas palavras serão de acordo com a embriaguez: leve e desmaterializante aos nervos...


Teu corpo nu, será minha fruta;

onde irei buscar a doçura de cada gota extraída deste balsamo perene..


De teus seios, 

sairá todo o precioso líquido da paixão...




E subiremos aos céus das sensibilidades humanas

E gozaremos juntos. 

E juntos sermos felizes... 
Adormecidamente!


"Não vejo motivos, principalmente depois de tanta guerra, pra a existência de exércitos e/ou polícia. Achismo baseado em utopias? Sim. Mas não! Pois, estes não cumpriram, juntamente com a união, o seu dever contratado socialmente com as pessoas votantes nascidas aqui no Brasil! O exército serve apenas para fins descritos no livro O Príncipe de Maquiavel: satisfazer as vontades do governante disfar
çadas em vontades do povo!

Tenho certeza de que o povo não quer tirar o pão da própria mesa e colocá-lo na mesa dessa classe corrupta, ou seja, políticos. Desses ladrões travestidos de gestores públicos. Eu sei gerir minha própria vida, por isso, mereço o direito ao acesso aos bens naturais como a Ilha do Fogo. Não sou uma máquina serviçal em uso para benefício de outrem. Eu sou eu, um indivíduo dotado de capacidades e que procura superar as próprias limitações!"


"Estou a cada dia mais indignado com a nossa história e o nosso Presente!

Estou cada dia menos contente,

pois há algo menor que tenta me conter

que tenta ser o tosador de minha árvore do pensamento!

e tenta me matar, antes de eu morrer..."